Os fatores clínicos e físico-funcionais predizem quedas em idosos com deficit cognitivo?

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Bibliografiset tiedot
Päätekijä: Araújo, Rute Santos
Julkaisupäivä: 2019
Muut tekijät: Nascimento, Érica Ribeiro do, Barros, Regina de Souza, Ritter, Simone Rios Fonseca, Abreu, Amanda Maria Santos, Garcia, Patrícia Azevedo
Aineistotyyppi: Article
Kieli: por
eng
Lähde: Repositório Institucional da UnB
Download full: https://repositorio.unb.br/handle/10482/37958
http://dx.doi.org/10.1590/1981-22562019022.190211
https://orcid.org/0000-0002-6466-889X
https://orcid.org/0000-0002-0891-2253
https://orcid.org/0000-0001-5126-5349
https://orcid.org/0000-0002-9716-8621
https://orcid.org/0000-0002-9043-1386
Yhteenveto: Objetivo: Investigar a frequência de quedas, os fatores clínicos e físico-funcionais associados às quedas e à acurácia desses fatores para identificar risco de cair em idosos com deficit cognitivo. Método: Estudo transversal com idosos com deficit cognitivo identificado no Mini-Exame do Estado Mental. Variável dependente: histórico de queda nos 6 meses anteriores. Variáveis independentes: autorrelato de confusão mental, deficiência auditiva e visual, cansaço físico, fraqueza muscular, tontura, desequilíbrio corporal, insegurança para caminhar, diagnóstico de depressão, internações, quantidade de medicamentos de uso contínuo (formulário de pesquisa), massa muscular (circunferência de panturrilha), força de preensão palmar (dinamometria), capacidade funcional (Pfeffer) e mobilidade corporal (SAM-Br). Foi realizada estatística descritiva. Os grupos foram comparados com teste U Mann Whitney, os fatores de risco identificados por regressão logística uni e multivariada e a área sob a curva ROC (AUC) foi calculada para fatores associados. Resultados: 216 idosos com deficit cognitivo foram incluídos nas análises, dos quais 41,7% eram caidores. Análises de regressão multivariada indicaram que a queixa de deficit visual (OR=2,8; p=0,015) e de desequilíbrio corporal (OR=2,7; p=0,004) e a maior quantidade de medicamentos (OR=1,1; p=0,038) associaram-se às quedas. A AUC verificou fraca acurácia da quantidade de medicamentos para rastrear caidores (AUC=0,6 [0,5; 0,7]; p=0,028). Conclusão: os idosos com deficit cognitivo apresentaram alta frequência de quedas. As queixas de deficit visual, desequilíbrio corporal e polifarmácia foram preditoras de quedas. A rápida investigação desses fatores pode contribuir para a identificação de risco de cair de idosos com deficit cognitivo na prática clínica e em pesquisas.