Development of rheumatology training in Brazil : the option for a medical residency program

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Dades bibliogràfiques
Autor principal: Albuquerque, Cleandro Pires
Data de publicació: 2017
Altres autors: Santos Neto, Leopoldo Luiz dos
Format: Article
Idioma: eng
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Font: Repositório Institucional da UnB
Download full: http://repositorio.unb.br/handle/10482/30743
http://dx.doi.org/10.1016/j.rbre.2016.04.001
Sumari: Objetivo: descrever as características e a evolução da oferta de novos reumatologistas no Brasil, de 2000 a 2015. Métodos: fizeram-se consultas a bases de dados e a documentos oficiais de instituições relacionadas à formação e à certificação de reumatologistas no país. Os dados foram cruzados, sumarizados e apresentados de forma descritiva. Resultados: de 2000 até 2015, o Brasil habilitou 1.091 médicos à condição de reumatologistas, dentre os quais 76,9% (n = 839) concluíram residência médica em reumatologia (RMR); os demais (n = 252) obtiveram o título sem cursar RMR. Houve expansão das vagas de RMR. Paralelamente, ocorreu uma modificação no perfil dos recém-habilitados. No início da série, a fração de novos reumatologistas sem RMR, ingressantes no mercado anualmente, aproximava-se dos 50%, reduziu-se para cerca de 15%, em anos recentes. Em 2015, havia no país 49 programas de RMR credenciados, com 120 vagas anuais de acesso. Observou-se desequilíbrio na distribuição de vagas de RMR pelo país, com forte concentração na Região Sudeste, que em 2015 detinha 59,2% das vagas. Instituições públicas responderam por 94% (n = 789) dos concluintes de RMR no período estudado, mantiveram ainda 93,3% (n = 112) das vagas para ingresso em 2015. Conclusões: nos últimos 16 anos, paralelamente à expansão das vagas de acesso, a RMR consolidou-se como via preferencial para formação em reumatologia no Brasil, eminentemente suportada por recursos públicos. Desigualdades regionais na oferta de vagas de RMR persistem como desafios a serem enfrentados.