Skip to content

Management of pharmaceutical services in the Brazilian primary health care

Saved in:
Bibliographic Details
Main Author: Gerlack, Letícia Farias
Publication Date: 2017
Other Authors: Karnikowski, Margô Gomes de Oliveira, Areda, Camila Alves, Galato, Dayani, Oliveira, Aline Gomes de, Álvares, Juliana, Leite, Silvana Nair, Costa, Ediná Alves, Guibu, Ione Aquemi, Soeiro, Orlando Mario, Costa, Karen Sarmento, Guerra Junior, Augusto Afonso, Acurcio, Francisco de Assis
Format: Article
Language: eng
por
Source: Repositório Institucional da UnB
Download full: http://repositorio.unb.br/handle/10482/30556
http://dx.doi.org/10.11606/s1518-8787.2017051007063
Summary: Objetivo: identificar fatores condicionantes da gestão da assistência farmacêutica na atenção primária no âmbito do Sistema Único de Saúde. Métodos: estudo com dados obtidos da Pesquisa Nacional sobre Acesso, Utilização e Promoção do Uso Racional de Medicamentos no Brasil (PNAUM) – Serviços, realizada por meio de entrevistas com responsáveis pela assistência farmacêutica em municípios, em 2015. Para identificar os fatores condicionantes da gestão foram considerados indicadores organizacionais, operacionais e de sustentabilidade da gestão. Para as análises consideraram-se os pesos amostrais e a estrutura do plano de análise para amostras complexas. Os resultados foram expressos por meio de frequências e medidas de tendência central com intervalo de confiança de 95%, por regiões geográficas do Brasil. Resultados: foram identificados os fatores condicionantes: a ausência da assistência farmacêutica no organograma da secretaria (24%) e no plano de saúde (18%), a não participação dos gestores no conselho de saúde e a não referência desse tema na pauta das reuniões (58,4%), falta de autonomia financeira (61,5%) e conhecimento dos valores disponíveis (81,7%), falta de adoção de procedimentos operacionais em cerca de 50% para seleção, programação e aquisição e o fato da maioria avaliar a organização da assistência farmacêutica como boa e ótima (58,8%), apesar dos indicadores preocupantes apontados. Conclusões: a gestão da assistência farmacêutica encontra-se respaldada em um arcabouço legal e político, que deveria nortear e contribuir para melhoria da assistência farmacêutica na atenção primária no Sistema Único de Saúde. No entanto, há um descompasso entre os objetivos fixados por essas normativas e o que se observa na realidade.