Abordagem farmacológica da perturbação de hiperatividade e défice de atenção
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|---|---|
| Publication Date: | 2016 |
| Format: | Master thesis |
| Language: | por |
| Source: | Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP) |
| Download full: | http://hdl.handle.net/10400.1/9935 |
Summary: | Com uma prevalência global estimada em 5,29% e com um rácio rapaz/rapariga de 3:1, a Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção (PHDA), surge no panorama nacional e internacional como uma das mais comuns desordens neuro-comportamentais diagnosticadas na infância. Tendo sido referida pela primeira vez há mais de um século, esta é uma desordem muito particular devido às três características que apresenta – hiperatividade, impulsividade e inatenção – que se revelam nos padrões comportamentais do dia a dia e que levam em muitos casos a uma redução tanto do desempenho educacional como da componente social, traduzindo-se em insucesso escolar, dificuldades de relacionamento com os colegas e nas relações com os adultos mais próximos (pais e professores).- Esta monografia aprofunda os mecanismos neurofisiológicos por detrás da patologia e conhecidos até ao momento, evidenciando a necessidade de diagnóstico precoce desta perturbação do foro neuro-comportamental. Estando normalmente associada a comorbilidades, o diagnóstico diferencial das mesmas é essencial, sendo atualmente possível na maioria dos casos através da terapêutica não-farmacológica e farmacológica controlar os sintomas major, apesar de se tratar de uma perturbação atualmente sem cura. Sendo utilizados fármacos desde uma idade jovem, é necessário compreender os benefícios que resultam da terapêutica e quais os efeitos adversos que desta podem surgir. Além disso, colocar-se-á em evidência todas as medidas que o farmacêutico pode tomar, enquanto principal agente do medicamento, no aconselhamento e posterior melhoria da qualidade de vida destes doentes e respetivas famílias. |