Implicações macroeconómicas dos défices orçamentais: défices e inflação
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| Main Author: | |
|---|---|
| Publication Date: | 1991 |
| Format: | Article |
| Language: | por |
| Source: | Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP) |
| Download full: | http://hdl.handle.net/10400.5/22592 |
Summary: | Tem sido crescente o interesse que os economistas têm dedicado aos temas relacionados com os défices orçamentais e a dívida pública, e particularmente aos efeitos macroeconómicos de défices elevados. É frequente a associação desses défices a acréscimos substanciais de taxas de juro reais e da taxa de inflação; a balanças de pagamento deficitárias e a uma redução da actividade privada ("crowding-out") em detrimento da Estatal, com uma consequente diminuição do investimento e do stock de capital. A trajectória de longo prazo para o produto nacional seria assim mais baixa devido a uma inferior capacidade produtiva. Para obviar a tais males preconiza-se o regresso acelerado a orçamentos (pelo menos) equilibrados, e a níveis de gastos tão baixos quanto possível. Nesta comunicação pretende-se resumir os principais argumentos que levam a tão catastróficas conclusões sobre os efeitos dos défices orçamentais (confrontando-os com visões mais optimistas), dando especial relevo à relação entre os défices e a inflação, tanto a nível teórico como empírico. |